IndieNation Repórter

Boa Noite.
Hoje, o IndieNation Repórter investiga a dura vida de um blogueiro nas grandes cidades. Como conviver com os perigos em cada esquina? Como lidar com as ameaças das grandes organizações? Quem sofre mais, o homem ou a mulher? É o que você vai ver, a partir de agora, no IndieNation Repórter.
Nossa reportagem começa com uma denúncia sobre perseguição, ganância e preconceito. Tudo começou numa inocente pergunta, feita por um leitor não muito comum de codinome Piano Black. O rapaz gostaria de saber de que site a imagem que ilustrava o post teria sido retirada. O print do comentário, você confere abaixo:

Não, essa imagem não. Essa aqui:
O blogueiro, que prefere manter sua identidade preservada, respondeu cordialmente mas sem dar maiores detalhes. Foi o suficiente para que algumas horas depois as ameaças se tornarem cada vez mais fortes.

Num depoimento exlcusivo, o blogueiro conta como tudo aconteceu (como nós não possuímos aquele aparelho disfarçador de vozes, leia com voz de pato para tornar a experiência mais real):
"Primeiro eles mandaram eu mudar o nome da minha seção de fotos engraçadas (faz sinal de aspas), que faz referência a uma seção do sítio principal dessa organização. Logo depois, disseram que eu sofreria duras consequências. Como eu estou numa atividade praticamente ilegal, resolvi mudar o nome da seção para "se/folder", o que mantém a característica fonética original e ainda manda uma resposta a esses terríveis ameaçadores. É um nome irônico, igual o nome daquela banda inglesa, o Cansei de Ser Sexy"
Não registramos o sinal de aspas quando o blogueiro pronunciou inglesa. Nem quando pronunciou banda. Registramos sim, o medo e pânico do homem de bem diante da falência do poder público na internet. No próximo IndieNation Repórter, nós vamos investigar a vida sexual dos blogueiros. Ela realmente existe ou é um mito? E quem faz mais posts pagos, o homem ou a mulher?
Boa Noite.






2 Comentários:
Nossa. Eu só achei a imagem engraçada, não esperava a Inquisição Espanhola.
Desculpa aê qualquer coisa. Credo.
B WEIRDOS
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